[eBook] Checklist para portfólio de motion graphics

Checklist para portfólio de motion graphics

Você pode estar começando a  estudar ou já ser um profissional de carreira. Para todos os artistas, o vídeo reunindo seus trabalhos - chamado demo reel, show reel ou simplesmente portfólio - é o seu cartão de visitas para empresas que podem te contratar como freelancer ou funcionário fixo.

Com a nossa expriência após acompanhar mais de 2.000 alunos procurando entrar e evoluir no mercado de trabalho, nós reunimos os pontos que vão te ajudar a evitar armadilhas ao preparar sua demo reel. Aprenda aqui como fazer valer  toda a dedicação que você colocou em seus trabalhos .

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ENTREVISTA | Byron Segundo fala sobre Motion Design e CINEMA 4D

ENTREVISTA | Byron Segundo fala sobre Motion Design e CINEMA 4D

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Como vocês sabem nós sempre estamos atrás dos principais artistas brasileiros. E dessa vez tive a felicidade de conhecer e entrevistar o Byron Segundo.  Para quem não conhece o Byron é  um experiente profissional na área de Motion Design e CINEMA 4D, que me contou como começou sua carreira e onde nasceu seu interesse por artes digitais, ainda no curso de publicidade em sua cidade natal, em Santa Maria, RS.

Ele mostrou que além de desenvolver trabalhos de Motion Graphics e CINEMA 4D para clientes como MTV, NET, Coca-Cola, Liga dos Campeões, Mizuno, TNT e etc, também encontra tempo para se dedidar em sua própria marca de roupas e acessórios.

Byron, por gentileza fale-nos um pouco sobre você. Como começou sua carreira?

"Eu comecei a trabalhar com Motion Design mais ou menos em 2009/ 20110, me formei em 2008 em publicidade na minha cidade, em Santa Maria, RS, e fui estudar mídia digital na Suécia. Fiquei lá morando em torno de seis meses e não gostei muito da metodologia, não me adaptei muito bem.

Eu queria aprender mais, logo quando me formei achei que estudar fora seria o melhor caminho. Como eu já vinha me dedicando muito na faculdade vi que não tinha  muito mais o que aprender dentro de uma sala de aula e era hora de entrar no mercado. Não adiantava mais eu querer aprender de uma forma mais teórica.

Então comecei a enviar currículo para várias companhias e uma empresa do ramo me convidou para trabalhar com eles, a Belief Design, dos Estados Unidos, me convidaram para trabalhar em Los Angeles.

Lá fiquei um tempo, conheci outras empresas, fiz uns contatos bons.

Voltei e fiquei um tempo trabalhando três ou quatro meses em São Paulo, porém optei por trabalhar como freelancer, que achei que se adaptava mais com a minha forma de trabalhar. E quase três anos trabalhei para vários estúdios em São Paulo e fora do Brasil, viajei e fiquei um tempo assim.

Mas como minhas família é aqui do Sul, de Santa Maria, visitava com bastante frequência eles.  Eu sempre acabava ficando um mês quase, trabalhando daqui e vi que isso funcionava, que não precisava trabalhar em um grande centro.

Em 2011 resolvi mudar de vez pra cá, aluguei uma sala e montei uma estrutura. Quando preciso vou a São Paulo para algum evento, uma reunião. E trabalho só daqui de Santa Maria para o resto do Mundo, vamos dizer assim”.

Onde que despertou seu interesse por Motion?

“Eu entrei em publicidade por acaso, por que eu já tinha feito outros vestibulares, como arquitetura, e estava meio perdido. Tinha um amigo que fazia e falava que era legal.

Já no inicio do curso entrei me identifiquei pela parte de web, internet.

Aí fiquei um tempo trabalhando com flash, php, aprendi a programar.

Mas quando comecei a trabalhar com flash que me interessei por animação, daí que comecei a estudar um pouco de After Effects, mas apenas para agregar conhecimento para web, não tinha foco em Motion Graphics.

No final do curso, no ultimo semestre que comecei a me interessar por 3d. Foi no último semestre da faculdade”.

O 3D você já começou no CINEMA 4D direto?

“Comecei pelo Max, eu fiz em 2007 um curso no Senac por curiosidade e achei o Max um pouco complicado e desisti do 3d. No final de 2008 conheci o CINEMA 4D, comecei a estudá-lo e vi que esse programa tinha um curva de aprendizado bem mais suave que os outros softwares. Fui a São Paulo fazer um curso na Cadritech, que tinha um curso de Motion. Nessa época o CINEMA 4D não era usado e era bem desconhecido. As pessoas não me aconselhavam a usar o programa, porque até então era pouco usado no Brasil. Era usado somente fora do país. As pessoas falavam que se eu continuasse a mexer no CINEMA 4D não iria achar trabalho no Brasil.

Fiquei meio triste pelo fato do programa ser ótimo. Pensei que em Santa Maria nenhum dos softwares eram usados e dei sorte, por que hoje ele é tão popular quantos os outros, como o MAX, MAYA e etc.

Hoje ele é um dos mais usados para Motion”.

Vinheta MTV desenvolvida por Byron Segundo

Você já atendeu diversos tipos de clientes, como MTV, NET, Coca-Cola, Liga dos Campeões, Mizuno, TNT e etc. Quais trabalhos você mais gostou de produzir?

“Gosto de todos, é difícil de escolher um. Gosto muito dos trabalhos que fiz para a MTV. São trabalhos que dão uma liberdade artística maior, o cliente não tem muita verba, que todo mundo já sabe. Também justamente por isso que ele não interfere muito no processo, então isso dá uma liberdade boa para criar e desenvolver.

Tem um outro trabalho que fiz, um trabalho curto que fiz para a abertura pra um jogo da EA Games, Kingdons of Amalur, que é um jogo pra RPG que achei legal. Só o fato de você ver o seu trabalho num jogo para X-BOX e PlayStation III. Não foi tão complicado tecnicamente, foi mais  pela satisfação de ver meu trabalho em uma mídia tão valorizado que é o video-game".

Abertura da EA Games, Kingdon of Amular, produzida pelo artista Byron Segundo

 "Tem um outro trabalho, o River Rage, material que desenvolvi para um torneio que participei em Nova Iorque,  o Cut&Paste”.

River Rage, trabalho desenvolvido por Byron Segundo para o Cut & Paste 2010

 

E nesse torneio você alcançou o 2º lugar do prêmio Motion Design na Cut&Paste em 2010, que aconteceu em Nova York, como foi participar da competição? Como surgiu a vontade de participar?

"Foi uma experiência diferente, porque a gente teve que criar e desenvolver o material na frente das pessoas. É uma pressão diferente, todo mundo olhando a sua forma de trabalhar, fazendo comentários.

Foi uma coisa diferente de poder participar. Foi bem legal o processo todo, conheci muita gente da área, o próprio pessoal que concorreu, o Pirralho, o Bruno... Além de ter ganho o prêmio, ir aos Estados Unidos com tudo pago, fiz uma rede de contatos muito boa.

O Cut&Paste é um projeto da Converse, que acontece em vários países, como Japão, Alemanha, é realizado em uns nove países. Em 2010 foi o primeiro ano que foi realizado no Brasil e foi trazido pelo IdeaFixa. Fizeram uma pré-seleção de portfólios. Escolheram cerca de 20 portfólios, após isso teve uma entrevista com os pré-selecionados. Desses pré-selecionados, quatro foram selecionados para a disputa ao vivo no dia do evento. Eu fui um desses. No dia do evento os jurados me escolheram. Ganhei e disputei a etapa mundial, que era país contra país e lá fiquei em segundo lugar.

Nunca tinha parado para saber o que era o Cut&Paste, achei que era um evento como a Pixel Show, com palestras. Me inscrevi no site achando que ele fariam uma etapa brasileira e não sabia que era um torneio.

Mudando um pouco o foco, como é a sua relação com o mercado? Como você percebeu conseguiria trabalhar de Santa Maria e atender clientes diversos, até mesmo internacionais?

“ Cliente local não atendo nenhum. Não por escolha, mas por falta de mercado, aqui em Santa Maria, por exemplo.

Tenho mais clientes fora do que dentro do país. Trabalho muito com dois estúdios, um  italiano e um de Atlanta. Em segundo lugar vem São Paulo. Já tinha essa rede e acabei só mantendo os contatos que eu já tinha”.

Quais estúdios você atende?

“Fortify,um estúdio novo que conheci os donos quando fui fazer um trabalho em Atlanta, e daí o pessoal da agencia que trabalhei abriram esse estúdio. E partir de então me procuram com bastante frequência.

O outro da Itália é o Angel Sign que faz muito broadcast para Itália, SKY, TG24, TV RAI. Desde 2009 trabalho para eles. Tem alguns outros, mas esses tenho uma parceria bem forte com eles”.

Como que seus clientes chegam até você? Como você conquista seus clientes, como você divulga o seu trabalho?

"A etapa de um emprego fixo é importante para você conhecer gente. Você tem que fazer sua rede de contatos fica difícil ser freelancer. Não digo que é impossível, mas fica um pouco mais difícil. A maior parte dos meus clientes foi por indicação mesmo e  alguns vem através de rede social específica, como o Behance, que  o pessoal acaba me achando lá por pesquisa.

O site é mais um cartão de visita para a pessoa saber mais sobre o seu trabalho”.  

Como você acha que o pessoal de fora enxergam o Brasil?

“Eles enxergam bem, se não ele não estariam nos procurando. É mais uma questão de unir o útil ao agradável. Além termos um bom trabalho, o Brasil possui um preço mais competitivo. Acaba sendo bom para todo mundo.

A mesma coisa quando a gente trabalha com a Argentina, que possuem um bom trabalho e uma moeda mais fraca que a nossa.

A gente tem um preço mais competitivo.

As vezes eles não podem se sujeitar a essa distancia, em razão de aprovações próximas, mais quando não, acabam nos procurando”.

Você vai palestrar na Filmecon no final do ano?

“O Ivo Duran me convidou para falar um pouco sobre CINEMA 4D, que é o software que trabalho. É um evento diferente, não é um evento da parte mais conceitual, mais voltado para a parte técnica, é mais focado na ferramenta. Vou falar como eu o utilizo no dia a dia, as ferramentas que convém ao publico, e como ele pode ajudar no fluxo de trabalho. Ainda mais pra mim que trabalho sozinho a ferramenta se torna muito importante, pela maior praticidade e etc”.

Como é o seu relacionamento com a MAXON, você é um beta-tester deles?

“Tenho uma boa relação com a MAXON, tanto no Brasil como a internacional.

Essa relação surgiu basicamente no Cut&Paste, que quando ganhei o torneio umas das premiações era o própria licença do CINEMA 4D. Lá conheci também o beta-tester da MAXON no Brasil, o Marcondes. E aí a MAXON entrou em contato para fazer a premiação e desde então sou convidado pela unidade brasileira para ir falar sobre alguns projetos na BroadCast & Cable. O David Oliveira, da CAD, que representa o software no país, também sempre me procura quando precisa de algo na parte técnica do software. Acabei conhecendo também o CEO da MAXON, o Paul Behb. Daí criamos um elo interessante”.

Como a MAXON responde os artistas? Como você avalia como a empresa atende a resposta dos artista?

“Eles aceitam muito bem a tua opinião. Inclusive quando o Paul esteve no Brasil, perguntei sobre o programa. Ele me disse que é desenvolvido na Alemanha e então perguntei se ele tinha algum e-mail para sugestões. Ele prontamente passou, e eles são bem atenciosos e dão importância para qualquer coisa que você sugira e passam o status se a sugestão foi aceita ou não, se já tem algo sendo desenvolvido nessa linha.

Inclusive que a parte do Dynamics era bem criticada no CINEMA 4D no início. Era bem complicado, então eles desenvolveram um sistema Dynamics que até obrigou o 3ds Max dar uma reestruturada no software.

Acredito que nos próximos anos o CINEMA 4D vai ser tornar um dos principais softwares para animação. Por que se avaliarmos da versão 10 para a atual, que foi um intervalo curto de tempo a ferramenta evoluiu muito. Tanto de render, já tem o próprio Vray, Physical Render, eles também alteraram todo o sistema de GI e Iluminação Global também, reescreveram todo o software, eles estão aprimorando muito”.

Para um artista que está começando na área e tem como objetivo chegar até o seu patamar, o que você aconselha, qual é o percurso certo?

“Eu não dizer exato, o que eu fiz foi ser sempre curioso. Não tenho uma receita, mas sempre fui tentado absorver tudo. Sempre assisti e assisto muito tutorial, tenho gigas e gigas de tutorial, tanto da parte técnica como da parte teórica.

Livros e gosto muito de olhar referencia fora da área de animação, gosto muito de embalagem, de arquitetura.

A dica que eu dou é essa, sugar tudo que aparecer, não só se restringir a animação. Talvez o fato de ter feito publicidade tenha  uma coisa boa, por que como é um curso muito abrangente, tive uma base ampla. Por um lado é ruim, que você acaba não tendo foco específico, mas por outro é bom, porque você acaba tendo uma bagagem grande.

No meu estilo gosto muito de coisas mais orgânicas e que não tenha uma forma humana, gosto de coisa mais matemática, mas surrealistas, sem personagens humanos perfeitos”.

Vimos que você tem a sua marca, como está sendo essa “vida paralela”?

“Estava meio cansado do mercado e queria algo para tomar um pouco do meu tempo com outro tipo de trabalho. Sempre gostei muito de camiseta e design gráfico, gosto muito também. Juntei as duas coisas então criei uma série de estampas para camisetas e outros produtos e vi que poderia ganhar dinheiro com isso. Criei a marca Segundo L.C. e lancei no Pixel Show que aconteceu agora em Outubro, em São Paulo. Foi super bem aceito, o pessoal gostou do posicionamento da marca. Além de camisetas, desenvolvi cases de bambu para celulares, carteira, caneca, tudo baseado nas artes que desenvolvi”.

Muito obrigado pela entrevista e agradeço pela gentileza em me atender. Parabéns pelo trabalho que faz, tanto na área de artes digitais como na sua nova marca. Sucesso!

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3D Camera TrackerAfter Effects CS6 Camera Tracker

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