Modelo 3D grátis: luminária Royal Navy por Pedro Aleixo

Modelo 3D grátis: luminária Royal Navy por Pedro Aleixo

O professor Pedro Aleixo do curso Coliseu - Maquete Eletrônica em 3ds Max e V-Ray disponibilizou para todos o modelo dessa luminária com todos materiais e detalhes.

Você fica livre para usar em seus projetos e também para estudar como o modelo foi feito.

O modelo está disponível nos formatos MAX e OBJ: Faça o download aqui.

 

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Modelo 3D gratuito de sofá de couro para 3ds Max por Pedro Aleixo

Modelo 3D gratuito de sofá de couro para 3ds Max por Pedro Aleixo

Olá pessoal!

Nosso professor do Coliseu - Curso de maquete eletrônica, o arquiteto Pedro Aleixo, disponibilizou um excelente modelo texturizado e realista de um sofá de couro. É gratuito e você poderá usar à vontade em seus trabalhos! E em breve teremos mais modelos!

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A malha tem todos os detalhes realistas, como a costura do couro, os "amassados" do estofado e texturas realistas em alta resolução:

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Gostou? Você pode baixar gratuitamente e usar a vontade em seus trabalhos.

E uma dica: se você se interessa pela área de maquete eletrônica, não deixe de conhecer o curso Coliseu - Maquete eletrônica em 3ds Max e V-Ray. Você também pode ver uma aula de demonstração para conhecer o curso e o método de ensino da N-PIX. 

Coliseu - Curso de Maquete eletrônica em 3ds Max e V-Ray 

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Pedro Aleixo fala sobre mercado 3d e carreira

Pedro Aleixo fala sobre mercado 3d e carreira
entrevista-pedro-aleixo-maquete.png Conversamos essa semana com o arquiteto Pedro Aleixo, que também é professor da N-PIX e ministra o Coliseu – curso online de maquete eletrônica. Ele possui uma vasta experiência diferentes áreas da arquitetura e do design e já realizou trabalhos em áreas comerciais, como na indústria imobiliária e escritórios de arquitetura. O Pedro já produziu imagens para grandes construtoras como Gafisa, Odebrecht, Brookfield e escritório de arquitetura como MCAA, Miguel Juliano, Botti e Rubin. Com aproximadamente dez anos de carreira, o arquiteto nos contou como aplica sua personalidade artística em seus trabalhos na área, produzindo material de visualização para construtoras, escritórios e visualização de produtos publicitários. Ao longo da entrevista, confira também as imagens produzidas pelo arquiteto. **Pedro, poderia nos contar sobre sua experiência?** Desde pequeno sempre me interessei por arte. Com 11 anos, mais ou menos, comecei a fazer cursos de desenho. Sempre tive muito interesse por isso, na hora de escolher pelo curso na faculdade optei por essa área, ou desenho industrial ou arquitetura. Duas faculdades voltadas pela parte artística e de construir coisas. **Como surgiu seu interesse pela ilustração?** Sempre desenhei, desde criança, uns desenvolvem mais outros menos. Comecei a estudar, fazer cursos e tentar melhorar. Foi mais coisa de criança. b2ap3_thumbnail_banheiro-prottipo.jpg **Como você enxerga a área de ilustração no Brasil?** No País a ilustração começou a ser explorada pouco tempo antes do anos 2000. O filme Toy Story foi lançado aproximadamente nessa época e a partir disso que o mercado começou a desenvolver tecnologias. Porém, toda área que a gente trabalha com arte gráfica, ilustração 3d ou computação gráfica, é relativamente complicado aqui no Brasil, por serem mercados novos. De qualquer forma, é um mercado promissor. Hoje em dia a gente não faz mais nada sem 3d. Um produto novo não será lançado ser ter sido feito com ilustração 3d. Atualmente, um lançamento de imóvel não é vendido sem ter as imagens, por quê o consumidor não tem know-how para entender e assimilar um desenho técnico. Hoje na área de vendas isso é fundamental e ninguém mais vende se não tiver uma ilustração bem feita. Tanto na área de produto no mercado imobiliário, principalmente, não se vê mais nenhum estande sem imagem. Se for um mercado bem cuidado, é bem promissor. Trabalho não faltará nunca. b2ap3_thumbnail_Boing.jpg **Como você percebe a utilização dos recursos 3d neste mercado, que tem sido usada cada vez mais pelos profissionais?** É indispensável, existem coisas que a gente não vende ser ter o 3d, o produto imobiliário é um deles. Mesmo que seja só a fachada do prédio, algumas perspectivas internas, o cliente não vai comprar sem ver antes como o empreendimento ficará. Na parte de produto elimina aquela coisa do Mokup digital, do fotógrafo. Ter que ter um produto físico, hoje é fundamental e já faz parte de todo o processo. b2ap3_thumbnail_piscina-sem-logo.jpg **Como um profissional representativo brasileiro, como foi produzir para importantes empresas brasileiras?** Para mim é natural, por ter contato com arquitetura o objetivo é fazer trabalhos onde a gente tenha um produto melhor. É o que todo mundo quer e é o rumo natural das coisas. Uma hora alguém vai fazer imagem para essas construtoras e escritórios, a questão é mais quem consegue atender em quantidade e qualidade. Não sei se posso dizer, mas é uma seleção natural. Para ser ter uma margem de lucro razoável, ter um trabalho legal a gente precisa buscar esse tipo de cliente. Muitos escritórios já tem o artista 3d, ele não precisa mais comprar esse tipo de serviço, na verdade, contratar esse tipo de serviço, por quê existem alguns programas como Sketch Up e Revit que já fazem parte do processo de criação de uma empresa. b2ap3_thumbnail_CGMonkey.Interna.Escadas.jpg **Quais são suas principais referências de artistas e trabalhos?** Todo mundo que faz maquete tenta usar como referência o Alex Roman, um artista excepcional, que tem o trabalho que todo mundo conhece. Existem também algumas empresas que eu admiro, como a Pure Render, mir Visuals e a Neoscape. Essas são as empresas que eu tenho como norte. **Como surgiu sua experiência em lecionar na área?** É o primeiro curso, antes eu tinha dado aula da Alpha Channel, um centro de computação gráfica, em São Paulo. Foi meio que sem querer, a experiência começou quando um amigo precisava de alguém para substituí-lo e ensinar sobre o V-ray. E como eu mexo desde a primeira versão do programa, aceitei. Sempre gostei muito dessa parte de ensino e pesquisa, por curiosidade acabei aceitando e gostei. Isso foi no final de 2012 e depois em conversas com a N-PIX acabamos montando esse Curso de Maquete. b2ap3_thumbnail_RV_MD_espao-teen_R03.jpg **Você é professor da N-PIX, quais são as dúvidas mais frequentes dos alunos?** Os alunos tem dúvidas em relação ao medo do software, de achar complicado. E muitas sobre o mercado, se eles vão conseguir se manter, se vão conseguir pagar as contas. Os alunos também perguntam sobre valores, o quanto que eles devem cobrar por um trabalho, essa é a maior dúvida que quem está entrando agora no mercado tem, em como montar um portfólio etc. O que é bom, o que é ruim, em relação ao trabalho em si, são dúvidas naturais do desenvolvimento. **Você poderia dar alguma dica para esse profissional que está começando agora?** Em relação ao trabalho, acredito muito no esforço pessoal. É estudar, não só acreditar em tutoriais de internet ou o que os outros dizem, cada um tem sua experiência. Se você corre atrás e estuda, por mais famoso você não seja, todo mundo consegue um espaço no mercado. Não se acomodar, sempre estudar outras coisas. Eu não estudo só 3d, acho que para melhorar a gente tem que voltar um pouco atrás, estudar desenho e fotografia é muito importante. Para quem quer trabalhar com iluminação e textura é fundamental. Procure sempre se desenvolver e a colocação no mercado é um reflexo disso, do seu esforço e do trabalho que desenvolve. b2ap3_thumbnail_RV_MD_brinquedoteca_R03.jpg **Observa-se que você possui uma característica em suas obras, com tons de realismo, em que aplica bastante personalidade em seus trabalhos. Para alguém que quer começar na ilustração, quais dicas você pode dar?** Basicamente o que eu faço muita gente faz, mas é a questão do cuidado com a imagem, tentar ter uma linguagem um pouco mais artística e não aquela coisa rígida de quem acabou de aprender a mexer com 3d. Então é tentar fazer uma câmera um pouco melhor, dar uma cara mais ilustrativa. É ter cuidado, um carinho que eu tenho com o trabalho e não exatamente uma característica da imagem. Principalmente na parte de maquete eletrônica, o trabalho tem que ser funcional, se ele atende o cliente eu estou feliz. A gente tem que tirar um pouco a coisa do juízo de valor, do eu gosto ou eu não gosto, é preciso se preocupar em atender o mercado. **Você poderia dizer se hoje há no mercado a busca por qualidade de imagem, por qualidade de realismo? O quanto ele prefere uma imagem mais técnica ou uma imagem mais atrativa aos olhos?** Na verdade é o que vende melhor. A gente tem várias vertentes, tem empreendimentos mais baixos em que não estão tão interessados em qualidade, querem simplesmente atender uma demanda de público. Em que a imagem não é um fator decisivo na compra. Existem os de alto padrão, que buscam uma qualidade mais elevada no trabalho, muitas vezes até optando por um desenho feito à mão, mais artístico. Tem algumas construtoras que buscam isso, que valorizam o produto. **Como é a demanda por trabalhos que não sejam imagens estáticas, que sejam animações?** Vem crescendo, principalmente em empreendimentos de maior porte, porém animação não é uma coisa barata. Empreendimentos maiores tem uma demanda maior de vídeo. Atualmente o foco principal é vídeo, em alguns escritórios não se vende uma imagem sem estar atrelada ao vídeo. **Você poderia falar sobre o momento do indústria imobiliária e o quanto isso influencia nos trabalhos? Há diferença de demanda entre as capitas e as outras cidade?** O mercado estava aquecido nas capitais, porém tem crescido em cidades do interior, como Limeira, Campinas, Ribeirão Preto. Em capitais como São Paulo e Rio de Janeiro diminuiu um pouco. O que de certa forma é até bom para o mercado 3d, por quê só fica realmente quem tem um nível alto. Melhora a qualidade do mercado mas tem menos trabalho. Sempre oscila, por quê o mercado imobiliário tem mais coisas que interferem, como economia e política. **Todos os trabalhos são para empreendimentos imobiliários que estão sendo construídos ou para projetos de reformas de local ou de decoração e empresas?** Antes tinha mais, lá para 2006 tinha bastante demanda. Com os programas Sketch Up e Revit, as empresas estão substituindo o AutoCad. Isso já tira um recurso 3d do projeto. Muitas vezes o próprio colaborador do escritório de arquitetura já produz. A demanda está diminuindo. Os trabalhos melhores, com o nível de exigência maior e que envolva animação, ainda estão centrados no empreendimentos de grande construtoras. **Há dez anos o processo de aprendizagem de recursos e ferramentas para artes digitais era escasso, você citou sobre tutoriais em internet, como você adquiriu seu conhecimento na área?** Eu citei que não se deve usar tutoriais na internet, pelo nível de acesso as tecnologias hoje em dia. Pela internet ser um meio difusor de informação fácil, a gente sabe que existem pessoas bem intencionadas, que tem boa vontade mas que não tem um bom grau de conhecimento para isso. Muitas vezes, as pessoas não sabem filtrar a informação. É preciso tomar cuidado nesse sentido. No meu caso, vejo que poderia ter tido muito mais foco se tivesse o direcionamento de alguém, mostrando o certo e o errado. É necessário criar uma base sólida de seu conhecimento. **O tutorial, as vezes, pode ajudar a resolver um problema de curto prazo, mais não vai ensinar como as coisas funcionam e o profissional não vai construir uma carreira com isso, certo?** O mercado e as ferramentas são muito mais amplos. O estudo, a formação e o olhar são reflexos do olhar que a pessoa tem. Pedro, obrigada pela entrevista e a N-PIX quer te parabenizar pelo belo trabalho desenvolvido. **Pedro, obrigada pela entrevista e a N-PIX quer te parabenizar pelo belo trabalho desenvolvido.**
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